id="script-pht-phone" data-cookiedays="5"> Risco Cirúrgico | Matsumoto (61) 3487 1029
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Risco Cirúrgico




          *Este exame pode ser encontrado nas unidades de Sobradinho - DF e Formosa - GO*

Você sabe o que é risco cirúrgico? Para que serve? No Centro Médico Matsumoto você pode tirar todas as suas dúvidas e fazer todos os exames necessários para o risco cirúrgico.

 

O que é risco cirúrgico?

 

Risco cirúrgico é um meio de avaliação das condições de saúde e estado físico de uma pessoa que passará por uma cirurgia, de maneira a identificar riscos de complicações que podem ocorrer antes, durante e após a cirurgia. Geralmente feita por um clínico geral, cardiologista ou anestesista, a avaliação clínica é acompanhada pela solicitação de alguns exames, a fim de facilitar alguns cuidados particulares dados a cada paciente antes do procedimento, como a realização de exames mais apropriados ou de tratamentos para auxiliar na diminuição do risco.

 

Como é feita a realização do exame clínico?

 

O primeiro passo para a realização do risco cirúrgico é o exame clínico, onde é realizada a coleta de dados do paciente como: medicamentos em uso, sintomas, doenças preexistentes, além de uma consulta cardíaca e pulmonar.

 

É a partir dessa avaliação que se torna possível classificar o risco de acordo com a Sociedade Americana de Anestesiologistas, também conhecida como ASA.

 

Essa classificação se dá:

 

*  ASA 1: Pessoa saudável, sem doenças sistêmicas, infecções ou febre;

*  ASA 2: Pessoa com doença sistêmica branda, com pressão alta controlada, diabetes controlado, obesidade, idade acima de 80 anos;

*  ASA 3: Pessoa com doença sistêmica grave, mas não incapacitante, como insuficiência cardíaca compensada, infarto há mais de 6 meses, angina do peito, arritmia, cirrose, diabetes ou hipertensão descompensadas;

* ASA 4: Pessoa com doença sistêmica incapacitante que está ameaçando a vida, como insuficiência cardíaca grave, infarto há menos de 6 meses, insuficiência dos pulmões, fígado e rins;

*  ASA 5: Pessoa moribunda, sem expectativa de sobreviver por mais de 24 horas, como após um acidente;

*  ASA 6: Pessoa com morte cerebral detectada, que passará por cirurgia para doação de órgãos.

 

Como se pode ver, quanto mais alto o número de classificação ASA, maior o risco de complicações e mortalidade pela cirurgia. Por isso é preciso avaliar com muita atenção o tipo de cirurgia, se vale a pena e se pode ser benéfica para a pessoa.

 

 


Como avaliar o tipo de cirurgia?

 

Saber mais sobre o procedimento cirúrgico a ser realizado é muito importante, pois quanto mais complexa e demorada a cirurgia, maiores são os riscos que podem ocorrer.

 

Dessa maneira, podemos classificar os tipos de cirurgia de acordo com o risco de complicações cardíacas:

 

*  Risco baixo:

- Procedimentos endoscópicos, como endoscopia, colonoscopia;

- Cirurgias superficiais, como de pele, mama, olhos.

 

*  Risco intermediário:

- Cirurgia de tórax, abdomen ou próstata;

- Cirurgia de cabeça ou pescoço;

- Cirurgias ortopédicas, como após fratura;

- Correção de aneurisma da aorta abdominal ou remoção de trombos da carótida.

 

*  Risco alto:

- Cirurgias grandes de emergência;

- Cirurgias de grandes vasos sanguíneos, como aorta ou carótida, por exemplo.

 

Como é feita a avaliação do risco cardíaco?
 

Para saber o risco de complicações e de morte em uma cirurgia não-cardíaca, é necessária a investigação de alguns dados do paciente, como:

 

*  Idade (de maior risco acima dos 70 anos);

* Histórico de infarto do miocárdio;

* Histórico de dor no peito ou angina;

* Presença de arritmia ou estreitamento de vasos;

* Baixa oxigenação do sangue;

* Presença de diabetes;

* Presença de insuficiência do coração;

* Presença de edema de pulmão;

* Tipo de cirurgia.

 

É a partir da obtenção desses dados que será possível determinar o risco cirúrgico. Dessa forma, se for baixo, é possível liberar a cirurgia, mas se o risco cirúrgico for médio ou alto, poderão haver orientações por parte do médico, para melhor adequar a cirurgia ou fazer solicitação de novos exames para melhor avaliação do risco cirúrgico.

 

 

 

 

 

 

Quais exames são necessários para a realização do risco cirúrgico?

 

Todos os exames pré-operatórios devem ser realizados com o objetivo de investigar qualquer alteração, caso haja suspeita, que possa levar a uma complicação cirúrgica.

 

Dessa forma, não são pedidos os mesmos exames para todas as pessoas. Por exemplo, em pacientes sem sintomas, com risco cirúrgico baixo e que passarão por cirurgia de baixo risco, não é necessário realizar exames.

 

Os exames mais comumente requisitados são:

 

* Hemograma: Pacientes que vão passar por cirurgia de risco médio ou alto, com histórico de anemia, com atual suspeita ou com doenças que podem causar alterações nas células sanguíneas;

* Testes de coagulação: Pacientes em uso de anticoagulantes, insuficiência do fígado, histórico de doenças que causam sangramento, cirurgias de risco médio ou alto;

* Dosagem de creatinina: Portadores de doenças renais, diabetes, pressão alta, doenças do fígado, insuficiência do coração;

* Radiografia de tórax: Pacientes com doenças como enfisema, doenças cardíacas, idade maior que 60 anos, pessoas com risco cardíaco elevado, com múltiplas doenças ou que passarão por cirurgia de tórax ou abdomen;

* Eletrocardiograma: Pacientes com suspeita de doenças cardiovasculares, histórico de dor no peito e diabéticos.

 

Normalmente, estes exames são válidos por 12 meses, sem que haja necessidade de repetição neste período, todavia, em alguns casos, o médico pode achar importante repetir antes do procedimento.

 

Alguns outros exames como teste de esforço, ecocardiograma ou holter podem ser pedidos para alguns tipos de cirurgias mais complexas ou para pacientes com suspeita de doenças cardíacas.

 

O que fazer após realizar todos os exames?

 

Depois de realizar todos os testes e exames, estando tudo bem, a cirurgia poderá ser agendada pelo médico, ou o mesmo poderá dar orientações para diminuir ao máximo o risco de complicações na cirurgia.

 

Dessa maneira, pode ser recomendada a realização de outros exames mais específicos, o ajuste da dose ou a introdução de algum medicamento, a avaliação da necessidade de correção da função do coração (através de cirurgia cardíaca), a orientação de alguma atividade física, perda de peso ou para de fumar, dentre outras.